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Na Rússia, zagueiro não descarta defender seleção do país do leste europeu

O zagueiro Paulo Vitor chegou na Rússia nesta temporada para defender o Akron, que disputa a elite do Campeonato Russo, após se destacar no Nacional da Ilha da Madeira, em Portugal. Apesar do pouco tempo vivendo uma nova cultura, o jogador já vislumbra novos passos na carreira e não descarta se naturalizar para vestir a camisa da seleção do país do leste europeu. 

“Houve esse pensamento. Meu pai e eu conversamos sobre Mário Fernandes, que disputou uma Copa do Mundo pela seleção russa. Ouvi, claro, falar da cidadania do Claudinho, que é do Zenit. Agora, isso é popular, não apenas no futebol de alto nível, mas também no futsal, onde muitos brasileiros recebem passaportes russos e jogam pela seleção nacional aqui. Como se costuma dizer, por que não? Se minha carreira se desenvolver de tal forma que eu fique aqui por muito tempo e em algum momento chegar uma oferta, ficarei feliz em defender as cores da seleção russa”, garantiu Paulo Vitor, de 23 anos. 

Desde que chegou ao Akron, Paulo Vitor conquistou a titularidade. Ele disputou todas as 10 partidas até aqui do Campeonato Russo. A equipe está em 9º lugar com 11 pontos. O time do defensor também está na briga pelo título da Copa da Rússia. 

“Estou muito feliz por ter acertado com o Akron. Apesar do clube ter sido criado há pouco tempo (fundado em 2018), a infraestrutura é excelente e são as melhores condições da minha carreira: dentro de campo, fora de campo, em termos de recuperação, nutrição, apoio e assistência. Me sinto bem aqui, estou feliz”, finalizou.

Antes de chegar ao Akron, Paulo Vitor atuou por duas temporadas no Nacional, onde somou 56 jogos. Na temporada passada, ele entrou em campo em 31 das 33 partidas da equipe da Ilha da Madeira na Série B do Português e alcançou o objetivo principal de chegar na primeira divisão do país.

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