Com vínculo firmado até 31 de dezembro de 2027, o meia Felipe Anderson foi apresentado oficialmente pelo Palmeiras, nesta segunda-feira (15), na Academia de Futebol. O camisa 9, número escolhido pela torcida em votação no app oficial do clube, comentou sobre os motivos que o fizeram escolher pelo Verdão.
“Eu precisava de um projeto para dar continuidade à minha carreira por tudo aquilo que eu penso que ainda posso fazer no futebol. Esperei com calma e analisei bastante juntamente com a minha empresária, que é a minha irmã, e a minha família. Apareceu a oportunidade do Palmeiras, e não foi difícil decidir, por tudo o que o Palmeiras representa, ainda mais quando entramos em detalhes. Eu buscava essa competitividade, fome por vencer e competir. Quando explicaram tudo isso dentro do Palmeiras, não foi difícil. Vi que foi a escolha certa neste primeiro mês de trabalho”, afirmou.
Felipe destacou que “o projeto é um todo, tudo que o Palmeiras vem fazendo e os títulos que tem ganhado”.
“É um clube que qualquer jogador quer jogar, todo jogador quer vestir a camisa do Palmeiras. É um clube que joga todas as competições para vencer, e isso já tinha chamado a minha atenção. A princípio, eu não pensava em voltar para o Brasil, mas com calma vi que era o momento certo no lugar certo”, continuou. “Tenho fome de vencer títulos e estar no meu país em um time vencedor. Isso me motivou e me motiva ainda mais”, completou.
O ex-jogador da Lazio-ITA já se sente preparado para estrear pelo Alviverde.
“Fizemos um trabalho muito bem feito. Os profissionais daqui são incríveis, sempre com muito esforço, ajuda e dedicação. Essas semanas foram intensas e muito boas. Eu me sinto bem fisicamente, estou à disposição e veremos o que acontece”, contou o atleta, que fechou a sua segunda passagem pelo time italiano com incríveis 151 confrontos consecutivos, um recorde no clube.
“Me sinto muito abençoado pelos últimos três anos. Claro que tudo isso foi com muito trabalho, renúncia e sempre preparado para estar disponível. Muitas coisas contribuem, como cartões, lesões e escolha do treinador. Graças a Deus, todas essas coisas cooperaram para eu poder atuar. Isso me motiva cada vez mais para continuar o meu trabalho. O treinador decide se vou jogar, mas gosto de estar sempre disponível e luto para que isso seja alcançado”, explicou.

No entanto, ele sabe que terá uma realidade diferente no Brasil.
“O desafio maior é o calendário do futebol brasileiro, e eu já sabia. Eu amo jogar futebol, mas claro que não é fácil. Tentarei levar pelo lado bom, com o maior amor e dedicação. Tem a distância das viagens também, ficar longe da família. A gente sabe que é o nosso país, um país maravilhoso e com um futebol maravilhoso. Eu assistia e tinha vontade de jogar aqui ainda”, contou o camisa 9.
Por fim, o jogador expôs o desejo de retornar à Seleção.
“É um sonho que está dentro de mim sempre, mas, primeiramente, vem o Palmeiras. O Palmeiras acreditou em mim, investiu, e eu preciso focar em honrar esta camisa e dar o melhor em campo. É um sonho, mas será consequência das minhas atuações”, finalizou.








